Você provavelmente já se percebeu repetindo atitudes, situações, relações, quase como se não tivesse controle sobre isso, sou capaz de apostar.
A vida muitas vezes chega a parecer uma sátira; uma peça em que o mundo parece encenar de novo e de novo o mesmo enredo, com ligeiras variações e por quantas vezes forem necessárias, até que uma determinada questão seja de fato assimilada. Até que você realmente pare para observar, escutar o que de certa forma você mesmo está tentando se dizer. E sozinho isso pode simplesmente nunca acontecer.
A psicoterapia analítica fornece sobretudo um espaço-tempo para que você tenha a oportunidade de se ouvir. De se separar temporariamente do ruído do dia-a-dia e mergulhar nas profundezas de seu próprio ser, pouco a pouco. E então se habituar com a linguagem do inconsciente, construir um diálogo com partes suas até então "desconhecidas" ou renegadas. Elas certamente tem muito a dizer sobre a sua vida e como ficar em paz com ela.
À noite, alguém mais parece tomar o controle da programação de nossa mente. Um diretor — que também produz, atua em vários papeis, constroi o cenário e tudo o mais — trata de nos apresentar situações inusitadas para que possamos observá-las ou mesmo vivê-las intensamente. [continue lendo]
Existe uma cena que se repete com variações sutis na vida de quase toda pessoa. Você está diante de alguém — pode ser um colega de trabalho, um familiar, um desconhecido numa fila — e algo nessa pessoa te irrita de uma maneira desproporcional. [continue lendo]
Há algo de desconcertante em perceber, aos trinta ou quarenta anos, que estamos repetindo com precisão quase coreográfica situações que juramos ter deixado para trás. O relacionamento que terminou mal se reconstrói com outro rosto. [continue lendo]
Existe um momento, antes da terapia começar de fato, em que quase toda pessoa faz a mesma pergunta — em voz alta ou apenas para si mesma: como é que isso funciona? Não é uma pergunta retórica. É um misto de curiosidade genuína e de apreensão legítima [continue lendo]
Em algum momento da manhã, antes mesmo de sair de casa, você já a vestiu. Talvez ao escolher a roupa, talvez ao ensaiar mentalmente o tom de voz para aquela reunião, talvez ao decidir qual versão de si levaria ao encontro com os amigos. [continue lendo]
Há um tipo específico de sofrimento que costuma aparecer depois que tudo deu certo. A carreira está estabelecida, os filhos crescem, a casa foi comprada, os objetivos que um dia pareciam distantes foram alcançados — e no entanto, algo não se encaixa. [continue lendo]
Ela chega sem pedir licença. Às vezes com motivo aparente, às vezes sem nenhum. Um aperto no peito que não corresponde a nenhum perigo real. Uma aceleração do pensamento que transforma qualquer tarefa simples em labirinto. A sensação de que algo terrível está prestes a acontecer — sem que se saiba o quê, quando, por quê [continue lendo]
Existe uma frase de Jung que circula com frequência, geralmente deslocada de seu contexto mas nem por isso menos potente: "O privilégio de uma vida é tornar-se quem você realmente é. [continue lendo]
Próximo ao centro da Lapa e Vila Leopoldina
Fácil acesso pelas avenidas Cerro Corá/Pio XI, Brigadeiro Gavião Peixoto, Rua Barão da Passagem.
Ônibus/CPTM
Diversas opções de transporte público te deixam a poucos minutos de caminhada, por exemplo: 875C-10 (Terminal Lapa), 8319-10 (Sesc Pompéia), 874C-10 (Pq. Continental) e a Linha 8 da CPTM (estação Lapa).
Bicicleta
Se puder, venha de bicicleta; a ciclovia passa na porta :)